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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Bom Dia!



"Estou correndo, não sei que direção nem que caminho vou chegar. Tudo se parece e me lembra um labirinto." - Era apenas mas um pesadelo, mas um que veio só pra me atormentar. Um pesadelo sem sentido mas que vai me atormentar pelo resto do dia. Não sei ao certo se era mesmo um pesadelo, ou se era apenas um sonho. Sonho não poderia ser, pois nunca havia ouvido se quer falar de sonhos que se parecem pesadelos. Mas por incrível que possa parecer, o meu parecia. Deve ser medo de alguma coisa que me lembre um labirinto. Não sei oque é e nem quero pensar nisso. (som de carro) Não me lembro de ter convidado ninguém, nunca me lembro de nada. (olha pela janela) É ela, a moça dos cabelo negro. Mas uma vez ponho me a pensar em oque eu devo fazer, qual atitude que devo tomar, quero falar com ela mas não tenho coragem. Mas eu nem sei ao menos o nome dela. (ela olha pra janela, ele se esconde.) Droga! (batem a porta) E agora, oque eu faço? Vou fingir que não tem ninguém em casa, mas e se ela me viu? Tenho que descer e falar com ela. Quanta ousadia da parte dela, não me conhece e vem na minha casa. (batem a porta) Já vai, já vai. (coloca a roupa) Descendo as escadas depressa, escorrega e leva um tombo. Se levanta e vai em direção a porta, com medo de oque ou quem esta na porta pensa duas vezes antes de abrir. Batem a porta novamente, Ele abre.

Dia 03/01/2012



Sentado em frente a minha rua, encontrei o que havia procurado mas nunca antes havia encontrado. Me encontrei pensando nela, na pessoa que pensei que nunca poderá chegar a minha vida e de uma vez por todas completa-la. Tomei meu caderno de anotações e escrevi as melhores canções que puderá escrever. Minhas mãos estavam rígidas e geladas, feito pedra pesavam sobre a caneta. Já era tarde, fazia frio naquela noite, e por mais frio que pudesse estar, eu estava ali esperando alguma coisa e escrevendo tudo que me vinha a mente. - A menina de cabelos negros passou por mim, e agora oque eu faço?, Tomei meus pensamentos e por mas incrível que possa parecer, não me lembrava de absolutamente nada. Tudo parecia esta fugindo de mim, e a menina dos cabelos negros andava em direção a horizonte, onde o dia se calava para dar vós a noite. Tentei me lembrar de como era amar alguém, mesmo sem conhece-la...Mas não conseguia, nunca antes havia amado alguém, tudo que eu pensava ou havia vivido, eu teria aprendido com os livros. Botei me a pensar que tudo, tudo que havia vivido, não se passava de contos de fada, histórias infantis e romances que eu mesmo nunca vivi. Tomei meu aposento e deixei a moça de cabelos negros ir, na esperança de que um dia pudesse encontra-la, nem que fosse só por mas um minuto. Não importa o tempo, eu vou esperar.

Complexidade de ilusões



Mostraram me a verdadeira arte de amar, com poemas e sons que jamais havia ouvido. Sentei me em beira a cabeceira de minha cama, junto a um bom livro, refletia sobre o luz do luar que me guardava feito a mãe protegendo seu filho. Pus me a deitar sobre minha cama, e terminando meu livro, pensei nas condições em que me encontrava naquele momento, de pijama, acordado, sonhando com um dia que nem sabia se poderia existir. Sonhando com um amor que nunca haverá chegado até aquele instante. Um amor que não sabia o nome, nem sobrenome. Não tinha visão e nem imaginação de como ela era, mas meu coração dizia que ela estava ali, sentada na varanda me esperando, esperando o verdadeiro amor que tanto havia procurado e que nunca antes havia encontrado.