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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Complexidade de ilusões



Mostraram me a verdadeira arte de amar, com poemas e sons que jamais havia ouvido. Sentei me em beira a cabeceira de minha cama, junto a um bom livro, refletia sobre o luz do luar que me guardava feito a mãe protegendo seu filho. Pus me a deitar sobre minha cama, e terminando meu livro, pensei nas condições em que me encontrava naquele momento, de pijama, acordado, sonhando com um dia que nem sabia se poderia existir. Sonhando com um amor que nunca haverá chegado até aquele instante. Um amor que não sabia o nome, nem sobrenome. Não tinha visão e nem imaginação de como ela era, mas meu coração dizia que ela estava ali, sentada na varanda me esperando, esperando o verdadeiro amor que tanto havia procurado e que nunca antes havia encontrado.

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